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A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente convida todos os produtores rurais à participarem de uma reunião no dia 07 de abril, às 8 horas, na Câmara de Vereadores. Serão tratados assuntos sobre a regularização das propriedades de Lucas do Rio Verde, com participação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e corpo técnico, juntamente com o Ministério Público e o Sindicato Rural Patronal.
Durante esta semana, diretores da empresa Biological Capital, sediada na cidade de Denver, nos Estados Unidos, estiveram reunidos com o prefeito Marino Franz e a secretária de Agricultura e Meio Ambiente, Luciane Copetti, para conhecer o projeto “Lucas do Rio Verde Legal”, importante ferramenta para os produtores regularizarem suas propriedades rurais do município, do ponto de vista do Código Florestal, do uso correto e seguro dos produtos químicos e dos passivos trabalhistas e sócio-ambientais no setor agropecuário.
A Biological Capital, segundo Luciane Copetti, tem interesse em financiar os produtores locais na obtenção dos Créditos de Carbono (CC), gerados em projetos de MDL (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo) e o momento não poderia ser mais adequado. Já foram isoladas para recuperação, 85,5% das áreas degradadas detectadas no projeto. Desse total, cerca de 10% já estão com seus reflorestamentos semi-acabados, ou seja, quase prontos pra serem finalizados.
Para fazer a recuperação de um hectare de área devastada, explica Copetti, os produtores precisam desembolsar de oito à 10 mil reais, “dependendo das peculiaridades de cada propriedade”. Por esse motivo a empresa Biological Capital, não figura só no mundo dos negócios como interlocutora de experiências que vendem o desenvolvimento sustentável, como também é estrategista na geração de projetos que oportunizam retornos desses mesmos investimentos.
A idéia de se criar o sistema de Créditos de Carbono surgiu em decorrência da necessidade do planeta rever os seus processos industriais e, com isso, diminuir a poluição atmosférica e o respectivo impacto no aquecimento do clima. De posse desse crédito, o produtor, por exemplo, poderá negociá-lo no mercado internacional. Por isso o interesse de empresários industriais e agropecuários na parceria com essas empresas ambientais.
“Não há como ficar de fora. Precisamos finalizar nosso processo de regularização ambiental, e a parceria com as empresas que negociam Créditos de Carbono não só representam a compensação pelo trabalho desenvolvido como viabiliza nossa produção no parâmetro do desenvolvimento sustentável”, concluiu Luciane, que também é dona de uma propriedade no município.